Karina flaire
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2No continente de Valedryn, a magia n?o é apenas uma for?a — é o próprio tecido da realidade. Ela corre pelos rios como névoa brilhante ao amanhecer, pulsa sob as montanhas antigas e sussurra nos sonhos daqueles que sabem ouvir. Dizem que o mundo nasceu do Cora??o Arcano, um cristal primordial que explodiu nos céus há milênios, espalhando fragmentos mágicos pela terra. Desde ent?o, toda criatura carrega uma centelha desse poder.
Valedryn é habitado por diversas ra?as. Os Humanos, ambiciosos e adaptáveis, dominam a maior parte dos reinos centrais. Os Sylvaris, elfos ligados à magia natural, vivem nas florestas eternas de Lythien, onde as árvores s?o t?o antigas que lembram do nascimento do mundo. Os Drakari, descendentes de sangue drac?nico, possuem escamas sutis na pele e afinidade com magia elemental. Os Nocthar, seres das sombras com olhos que brilham na escurid?o, caminham entre o mundo físico e o espiritual. E há ainda os An?es de Pedra-Runa, mestres da forja mágica, capazes de prender feiti?os dentro de a?o e pedra.
No extremo norte, isolado entre montanhas envoltas por tempestades eternas, ergue-se o reino abandonado de Solaris, governado por um único homem: o Rei Solitário. Seu nome verdadeiro quase foi esquecido pelo tempo. Antigamente, ele foi um herói que lutou contra uma calamidade conhecida como a Maré Negra — uma invas?o de criaturas corrompidas por magia instável. Para salvar o mundo, ele liberou um poder proibido do Cora??o Arcano, vencendo a amea?a… mas ao custo de incontáveis vidas. Consumido pela culpa e temendo sua própria for?a, ele se isolou em seu castelo dourado, cujas torres ainda brilham sob o sol mesmo em meio à neve.
Dizem que o Rei Solitário domina todas as formas de magia: elemental, espiritual, arcana pura e até a magia perdida do tempo. Alguns afirmam que ele n?o envelhece. Outros juram que já o viram atravessar batalhas sem desembainhar a espada — pois sua simples presen?a faz a magia ao redor se curvar.
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